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ARNALDO JABOR
Carioca nascido em 1940, o cineasta e jornalista Arnaldo Jabor já foi técnico de som, crítico de teatro, roteirista e diretor de curtas e longas metragens. Na década de 90, por força das circunstâncias ditadas pelo governo Fernando Collor de Mello, que sucateou a produção cinematográfica nacional, Jabor foi obrigado a procurar novos rumos e encontrou no jornalismo o seu ganha-pão.
 

Participou do movimento do Cinema Novo. Em 1974, obteve o Urso de Prata no Festival de Berlim, pela adaptação da peça teatral Toda nudez será castigada, de Nelson Rodrigues. Seu filme Eu Te Amo foi representante oficial no Festival de Cannes, em 19981.

No ano de 1986, recebeu a Palma de Ouro do Festival de Cannes e o Prêmio Air France, pelo filme Eu sei que vou te amar.

Estreou como colunista de O Globo no final de 1995 e mais tarde levou para a TV Globo, no Jornal Nacional e no Bom Dia Brasil, o estilo irônico com que comenta os fatos da atualidade brasileira.

Como jornalista, assina artigos em diversos periódicos, como:

O Globo (RJ)
Folha de S.Paulo (SP)
Diário Catarinense (SC)
O Liberal (PA)
Jornal do Comércio (PE)
Diário do Ceará (CE)

Atualmente é comentarista da rede Globo de televisão.

 

OBRAS:


Guerra santa
, (roteiro), 1962

Tudo bem
(roteiro), 1978

Eu sei que vou te amar
, (roteiro), 1986

Brasil na cabeça
(roteiro), 1995

A Invasão das Salsichas Gigantes e Outros Escritos


Sanduíches da realidade
(ficção), 1997

Amor é Prosa, Sexo é Poesia
: Crônicas Afetivas, Rio de Janeiro, Objetiva, 2004.


 
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